O discurso feito pelo deputado João Leite no dia 20/05, no plenário da Assembleia de Minas Gerais, destacou a importância da 3ª Fenapel – Feira Nacional de Papelaria, Escritório, Informática e Livraria. A Feira foi 15% menor em relação a do ano passado por causa da crise econômica, mas, mesmo com dificuldades, a exposição aconteceu entre os dias 12 e 15 de agosto no Expominas, com apoio da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH) e do governo de Minas, que prorrogou o recolhimento do ICMS relativo às saídas de mercadorias decorrentes de negócios firmados ou iniciados na Fenapel. O setor movimenta hoje no Brasil cerca de R$ 4 bilhões por ano, com mais de 6.800 pontos de venda em Minas Gerais, gerando receita e milhares de empregos.
Desperdício de dinheiro público
No mesmo pronunciamento, o deputado comentou a notícia de que o governo federal enviou ao Congresso Nacional um pedido de crédito especial no valor de R$ 58 milhões para instalar um espaço para uma nova embaixada em Londres. A atual está localizada em um bairro luxuoso da cidade, uma antiga mansão adquirida pela rainha Queen Mary para servir de residência para sua filha e seu marido. Inconformado, João Leite indagou porque este dinheiro não é investido em Belo Horizonte, cidade que está esquecida pelo governo Lula, apesar de 75% dos eleitores da capital terem votado nele. Além disso, o parlamentar sugeriu alternativas para a aplicação desse dinheiro público: conclusão do ramal Calafate-Barreiro do metrô; a continuidade do PAC, que está empacado, com a construção de 7.500 unidades habitacionais, dando moradia a pelo menos 30 mil pessoas; investir no primeiro emprego para os jovens; requalificação profissional de desempregados ou ainda, a construção de 15 escolas públicas